terça-feira, 26 de junho de 2012

Palavra aberta de escrita pequena
e grande significado.
Procura-se Deus!
Encaminhemo-nos aos escritos de seus dias
aos seus ensinamentos sagrados.
Palavras marcadas de tanta sabedoria
que é impossível não encantar-se
por tamanha exatidão.
Óculos do mundo real,
histórias vividas no colo da realidade,
transcritas na mais extrema perfeição.
Linhas de dia-a-dia, palavras,
Concórdias,
nos dá a certeza do Deus vivo!
Bíblia Sagrada,
livro eterno no mundo que nunca pára.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Um pastor...um grupo.
Um sim cuidador.
Deu-nos pedras... recolheu-as.
Mostrou-nos um mundo novo, entregou-nos o amor verdadeiro.
Povo Santo é o seu nome e em busca da santidade irão. “Sejam sempre unidos, tenham em seus irmãos seus apoios. Queiram, busquem, vivam. Decidam-se. Permaneçam santos.”- Ele nos disse.
Cuidado que acolheu dor, que provou do maior amor em cada encontro íntimo com cada verdade de cada ”filho”.
Cada alma de pessoas que se tornaram vivas por seu sim e por seu ser.
Por te ver lutar por nós, brigar sempre e ferrenhamente. De joelhos no chão, orante constante.
Mostrou que vale a penas seguir o Cristo, que podemos ser muito nos reduzindo a servos. Devolveu a dignidade de muitos de seus pequenos, restaurou nãos, os fez tornar sins.
Foi meio de Deus, instrumento Dele e abrigo nosso.
Rosto de Cristo, abraço de Deus e acolhimento de Maria.
Muito obrigado por seu tudo e por nos mostrar tudo de uma verdade que pode até doer, mas que é sempre compensatória.
Obrigado por nos mostrar a recompensa e por ser parte dela.
Você é parte da herança que nosso Pai nos prometeu, uma prévia do céu pra nós!
Muito obrigada por ter dado seu sim por nós e pra nós! Obrigada por seu pastoreio! 
Abraço,
    Povo Santo.

sábado, 5 de maio de 2012



Desculpe-me a saudade, o engano, o choro.
É que eu me vi livre não querendo ser,
querendo não ter essa liberdade que um dia eu quis
e achei que fosse vida.
Eu me vi criança sem vergonha de ser,
me vi crescida lutando pra entender o que me prende
nesse mundo amargo de adultos.
Vi-me jovem destinada a nada e querendo tudo,
amando tudo, ansiando nada.
Andando nos vales escuros da alma vazia,
pisando em sombras de gente que jazia num terreno anteposto a mim,
mas que tinha meu sangue correndo nas veias.
Vi meus entes ficarem,
desfalecidos no cansaço do mundo,
do corpo,
falecidos de chão mesmo parecendo muito vivos.
Lembrei-me de tudo num sonho passado da noite que acabara de começar.
No arquivo perdido nas cartas que escreveram nos desesperos de outros tempos.
Registraram meus espelhos,
recordaram quem eram em mim.
Desejaram não ser.
Desfizeram o ser e então eu descobri que tudo que tinha ali era eu.
Parte falecida e viva.
Decomposta.
Solitária.
Afogada nas sombras.
Eu descobri que tudo era eu.




sábado, 7 de abril de 2012



E quando o discurso verbal parece desnecessário,
as palavras discorrem no papel carregadas de essência e de voz.
Elas gritam o silêncio que contenho no sim e no não de todo dia,
nas conformidades que só existem externamente,
nos espelhos quebrados que eu deixo no meio do caminho...
Distorcidas palavras timbradas no fundo branco do papel amassado
e largado no canto da parede da sala abandonada,
pisado e esquecido por aqueles que passam
com pés apressados e despercebidos
que os vidros e papéis que pisam são essências destruídas,
de si e de outrem,
essências deformadas,
desemedadas,
quebradas
 nos espelhos que caem.